13 fevereiro, 2006

Um Movimento a crescer...

O Movimento de Cidadãos está efectivamente em formação.

O que alguns tentaram diminuir, que outros tentaram abafar mas que muitos desejaram, começa finalmente a ganhar forma!!!

Assim sendo, convido-te a estares presente num encontro na próxima 4ª feria, dia 15 de Fevereiro, na Praça Carlos Alberto, 110, 2º, por volta das 21.30.

O encontro servirá para se falar sobre a constituição do Movimento mas, principalmente, para poderem apresentar projectos e ideias que contribuam positivamente para uma renovada e atenta cidadania!

O convite está feito…agora cabe-te a ti o resto…

Cumprimentos,

José Carvalhais Coelho

24 janeiro, 2006

O Poder da Cidadania

Agora que a viagem chegou ao fim estou em crer que esta corrente não irá acabar!

A segunda volta não foi atingida mas a vitória é nossa! O cargo de Presidente da República estende-se por 5 anos mas este "terrível" Movimento de Cidadãos vai ficar para toda a História!

Até agora nunca tinha participado, nem me interessado, por uma campanha eleitoral pois sempre me distanciei das lógicas de "carneirismo" e "seguidismo". Fazia-me, e faz-me, impressão saber que algumas (ou serão muitas?) pessoas não escolhem efectivamente um candidato, escolhem o candidato que o partido apoia e nada mais podem ou querem fazer!

Contudo, graças à visão de Manuel Alegre, coragem e fraternidade aproximei-me da política, entreguei-me a este desafio de corpo e alma! E bem-dita a hora em que o fiz!

Entrei na campanha voluntariamente e nela integrei, e acabei por coordenar, o Movimento JÁ do Porto. Sem experiência, mas com muita dedicação, todos nós acreditávamos que seria possível mudar e marcar um tempo de cinzentismo e apatia! E conseguimos!
Sem máquinas a trabalhar para nós descobrimos que com um pouco de cada um conseguimos fazer mais, e talvez melhor, que as outras estruturas já organizadas!
Realizamos debates, tertúlias, vendas para angariação de fundos, colocamos faixas, entregamos folhetos, fizemos acções de rua sem qualquer tipo de sentimento de obrigação partidária mas sim com um forte sentimento de solidariedade e dedicação "Alegre" a um novo Movimento.

Passou-se 22 e hoje continuamos a acreditar, talvez ainda com mais energia!
No final do dia de ontem não houve lágrimas mas se elas existissem seriam de alegria pelos bons resultados alcançados!
Concluímos, no final da noite, que todos crescemos e ganhamos!
Descobrimos, guiados “pelas tuas mãos” que a cidadania é um PODER muito forte e que está mesmo ao nosso alcance!
Descobrimos que a Fraternidade pode romper novamente nestes tempos de egoísmo e solidão e liderar um novo rumo.
Descobrimos que cada um por si pode fazer a força de um todo que poderá ajudar a mudar, um pouco que seja (mas é assim que se ganha terreno), a nossa Pátria!
O futuro ainda não está definido mas, e ao contrário do que muitos querem fazer crer, este Movimento não irá "desaparecer". Isso seria o que a muitos interessaria!

Pretendemos continuar a lutar e a defender este PODER da CIDADANIA que a muitos convêm calar. Pretendemos trabalhar com as bases que deste Movimento ficaram em nós para que daqui para a frente todos possamos construir e sonhar um Portugal mais Justo, mais Livre e mais Fraterno!

O sonho efectivamente renasceu!...e….doa a quem doer…
... Haveremos sempre de ser aqueles que resistem, aqueles que sempre dirão não!

Abraços Fraternos!

José Carvalhais Coelho

18 janeiro, 2006

Eu Voto Manuel Alegre

E os passos que deres
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade
Enquanto não alcances
Não descanses
De nenhum fruto queiras só metade
MIGUEL TORGA

Quando me juntei a este movimento, fi-lo com a sincera vontade de ajudar Manuel Alegre a afirmar-se entre os restantes candidatos. Voluntariei-me com a convicção de que o poder dos cidadãos é realmente importante e, ainda mais quando é exercido de uma forma activa, dando o corpo ao manifesto, contribuindo, participando, mobilizando. Foi o que tentei fazer desde Novembro passado.

No desenrolar da campanha (e pré-campanha) percebi que o que está em causa não é apenas a eleição de mais um Presidente da Republica, o sexto da nossa história democrática. É mais do que um voto num homem, é muito mais do que isso: é a oportunidade de implantação de uma nova filosofia comportamental da cidadania. Uma filosofia de valores que levará a um estreitar entre política e eleitorado. É a oportunidade de uma renovação segundo critérios inerentemente republicanos. É a eleição de um órgão de soberania que indubitavelmente represente esses valores.

Vejo Manuel Alegre como o que de melhor aconteceu na política desde que a acompanho. Fiel aos seus princípios, dado a prazeres telúricos - não são a caça ou a pesca que fazem dele um aristocrata hedonista como alguns tentam fazer crer - lutador de causas difíceis, Manuel Alegre é o político que a política precisa. Atrás dele, outros como ele o seguirão. A política precisa de alguém como ele, capaz de abanar o marasmo politiqueiro, um novo azimute de uma rota que uma vez mais dobre o Bojador.

Porque um dia ouvi “as contas já estão feitas, já ganhou o Freitas” e na anacrónica hora da verdade a matemática falhou, recuso-me acatar resultados pré-estabelecidos ou coroadas vitórias. Recuso resignar-me ao seguidismo, ao clientelismo e às guerras “fulanisadas” da política. Foi para isso que serviu Abril? Dia 22 aclamo por um primeiro passo de uma nova maneira de fazer política em Portugal. Uma política com menos citações e mais actos, menos tricas e mais seriedade. Uma política de consciência e integridade.

Acredito que assistirei a um grande movimento de cidadania: uma Revolução Pacífica de resultados inexoráveis. Por mais antagónica que pareça a expressão, ela terá o seu significado bem expresso nos votos em Manuel Alegre. Domingo será um marco biográfico da nossa democracia. Qualquer que seja o resultado, as marés do sistema político-partidário serão agitadas, disso não tenho qualquer dúvida.

De nenhum fruto quero só metade.
Domingo voto Manuel Alegre.
Voto por uma vitória na segunda volta.
Voto por uma vitória da Republica.

Excertos

Esta recta final da campanha tem sido fantástica!

Por todos os lados o Manuel Alegre tem colhido apoios e todos nós portugueses começamos a voltar a sonhar,

De dia para dia começamos a voltar a acreditar em nós, na politica, num futuro, num sonho, nesta pátria que é Portugal!

E esta corrente não pode nem deve parar!!!!!!!!

Neste momento há um homem que poderá vir a ser uma barreira para este desenvolvimento, para este projecto necessário a Portugal.: o prof Cavaco Silva.
E cuidado com ele!
Muito cuidado!!!!
Daquilo que ouvimos e vemos….ele não existe!
É apenas uma imagem, um produto fabricado por aquilo a que se chama Marketing politico!

Quem não esquece sabe bem que a imagem não corresponde ao homem!

Para Presidente da República eu quero um homem ou uma mulher que me dê confiança, que me faça querer ir mais longe, que me dê a segurança e a alegria de ser português! Alguém que zele por mim, pelos meus direitos e me mostre o valor dos meus deveres!

Eu NÃO quero para meu Presidente um homem que enquanto esteve no poder nada fez (ou se calhar até incentivou) quando a policia descarregou em cima dos jovens que apenas se tentavam manifestar contra algo que sentiam que estava errado (e a historia assim o prova),

Eu NÃO quero um homem que em vez de apoiar a juventude a tentou diminuir chamando-lhe “GERAÇÃO RASCA!!!!!”

Eu NÃO quero para meu Presidente um homem que coloca as auto-estradas à frente da cultura e da educação! (Se calhar, se esse senhor tivesse apostado um pouco mais na educação a esta hora os portugueses poderiam ser mais cívicos a conduzir e tantas pessoas não morressem nas estradas que ele "mandou" construiu!)


Eu sou jovem e eu quero sonhar, eu quero ser capaz de acreditar mais em mim e naqueles que me rodeiam.

Eu quero viver num Portugal Livre, Justo e Fraterno,

Eu quero o Manuel Alegre como Presidente desta (também) minha República que se chama Portugal!

17 janeiro, 2006

A explicação

O que escapa a Paulo Gorjão é que Manuel Alegre personifica uma campanha destemida, distinta pelo conteúdo das palavras e pela sinceridade dos actos. Nada é feito para parecer, nada é fabricado nesta campanha. Para Manuel Alegre, a presidência não é uma ávida ansiedade de longa data ou uma qualquer luta ou promoção pessoal, é um projecto de honestidade que só se afirma em quem o sente genuinamente.

Nas sondagens, Manuel Alegre não se distancia mais de Mário Soares e se aproxima de Cavaco Silva, porque tem estado há 30 anos a trabalhar pela nossa democracia na bancada do PS, e não sob os holofotes televisivos pronunciando-se sobre tudo ou sobre nada. Há muita gente que, infelizmente, não conhece Manuel Alegre e, por via das dúvidas vota no candidato “menos mau”.

Inconformado, Manuel Alegre entregou-se de corpo e alma a este projecto com parcos apoios logísticos e financeiros, mas felizmente, repleto de cidadãos que o desejam e que o vão tornar possível no próximo dia 22 de Janeiro.

13 janeiro, 2006

Manuel Alegre no Porto

TERÇA-FEIRA, 17.01.2005

MATOSINHOS
8.00h - Concentração junto à DOCAPESCA
9.00h - Visita à Lota
9.45h - Visita à Biblioteca Municipal Florbela Espanca

MAIA
10.30h - Visita à TECMAIA e à MAIADIGITAL (na zona industrial)

SANTO TIRSO
12.00h - Concentração junto ao Tribunal seguida de arruada na zona envolvente
12.30h - Saída para Amarante, com passagem por Paços de Ferreira, Freamunde, Lousada, Longra, Felgueiras e Amarante.

AMARANTE
13.30h - Concentração na Av. General Silveira (junto ao parque de estacionamento), seguida de arruada até ao Largo de S. Gonçalo e visita ao Museu Amadeo de Sousa Cardoso.
14.00h - Almoço no Restaurante Amaranto
15.30h - Saída para Penafiel

PENAFIEL
16.00h - Paragem junto à Câmara Municipal
16.10h - Saída para Valongo, com passagem por Paredes, Baltar, Gandra (visita à CESPU) e Valongo (centro)

ERMESINDE
16.30h - Concentração no Largo da Estação, seguida de visita ao Centro Social de Ermesinde 17.00h - Saída para Vila Nova de Gaia

VILA NOVA DE GAIA
17.30h - Concentração na Praceta 25 de Abril
18.30h - Viagem de metro até à estação de S. Bento (Porto)

PORTO
18.45h - Passeio pela Pr. da Liberdade, Rua Sampaio Bruno, Rua Sá da Bandeira e Pr. D.João I. 19.30h - Festa-Comício no Rivoli, com Pedro Barroso

Este é o programa definitivo, juntem-se a ele.
Juntem-se a Manuel Alegre.

12 janeiro, 2006

SABER MAIS PARA FAZER MELHOR

DEMOCRACIA E CULTURA

Mário Nuno Neves
Vereador do Pelouro da Cultura
Da Câmara Municipal da Maia

A cidadania acontece, na sua plenitude, quando cada um de nós tem a possibilidade de interagir na comunidade a que pertence, independentemente das suas especificidades enquanto ser humano, ou seja independentemente do seu sexo, “raça”, credo, matriz ideológica, opção sexual, etc., etc.
A cidadania para poder ser vivida pelas pessoas organizadas em comunidades, carece de um ordenamento político e jurídico que proporcione condições de efectividade, e nesse sentido a institucionalização da “Democracia” é fundamental. Não há cidadania sem “Democracia”.
A “Democracia” pressupõe um ordenamento jurídico claro que condicione, por sua vez, um sistema de organização política que lhe possa dar consistência.
No entanto, e sendo clara a fundamentalidade da “Democracia” para a realização da cidadania, esta, de per si, não basta.
A “Democracia” precisa da “Cultura”. A “Cultura”, independentemente da perspectiva em que seja equacionada, é sempre sinónima de “Conhecimento”. Sem conhecimento, sem acesso ao conhecimento, sem a síntese do conhecimento, não há Democracia.

Este conhecimento a que me refiro não é apenas sobre aquilo que é exacto e é proporcionado pelas Leis da Natureza – em sentido lato – mas também sobre aquilo que é sempre subjectivo e que se relaciona com a mais profunda natureza da Humanidade.
O conhecimento das inquietações do espírito, das pulsões da criatividade, das angústias existenciais, das matrizes dos indivíduos e dos povos não traduzíveis em fórmulas matemáticas, são saberes que não são domináveis em absoluto por ninguém, mas que têm que ser assumidos como existentes e fundamentais por quem pretende agir e interagir no seio da polis.
A Liberdade é um tremendo exercício de responsabilidade. A escolha responsável só é possível através do conhecimento e assim sendo a “Cidadania” que só acontece na Liberdade proporcionada pela Democracia, só é plena se o conhecimento tiver condições de ser alcançado, usufruído e questionado por todos os Cidadãos.

Os Portugueses são um povo produtor de conhecimento e também um povo de uma criatividade incomensurável. No entanto, três décadas de Democracia, ainda não conseguiram criar mecanismos simples em que esse imenso conhecimento e essa imensa criatividade fossem sintetizados e incorporados no quotidiano de cada um de nós e da comunidade a que pertencemos. Basta ver a explosões de criatividade que de vez em quando ocorrem, de norte a sul, e a incapacidade absoluta da comunidade conseguir sintetizá-las e incorporá-las.

Manuel Alegre não é um “Homem-Providência” nem capaz de produzir “milagres” e também não é um Homem anti-sistema, mas é alguém que acredita visceralmente que não há Liberdade nem Democracia sem “Cultura”, sem conhecimento. E é também alguém que sabe que o sistema político e jurídico em que vivemos, que tem imensos méritos, ainda não conseguiu concretizar-se plenamente no sentido da disponibilização a todos os Portugueses dos instrumentos de acesso a esse mesmo Conhecimento, como um direito adquirido pelo simples nascimento.
A sua magistratura presidencial não se traduzirá no questionar do ordenamento constitucional nem no colocar em causa os poderes e os equilíbrios estabelecidos, mas sim no chamar permanente da atenção para a necessidade de que a sociedade esteja sempre organizada no sentido que seja possível, e a todos os níveis, a síntese e a incorporação colectiva dos múltiplos saberes existentes. Só assim a Igualdade de Oportunidades será uma realidade e só assim Cidadania e Democracia é que farão sentido.

O Presidente da República tem que ser alguém capaz de fazer da permanente “inquietude” dos indivíduos-cidadãos um bem incomensurável ao serviço de Portugal e criar condições políticas para que desejo de saber mais para fazer melhor seja a pedra de toque ou o esteio para o exercício pleno da CidadaniaNeste aqui e agora que nos importa só Manuel Alegre tem condições plenas para poder realizar essa tarefa, porque só ele compreende o tamanho dessa necessidade e a urgência nacional que a mesma precisa em ser satisfeita.

10 janeiro, 2006

Apresentação

Apresentação pública da Comissão de Honra de Vila Nova de Gaia
Auditório da Assembleia Municipal de Gaia

Sábado, dia 14, pelas 21.30H

com a presença de:

Helena Roseta (membro da Comissão Nacional)
Manuel Correia Fernandes (mandatário distrital)

09 janeiro, 2006

Um poema.

Inútil discutir estratégia ou táctica.
Inútil saber se entre a serra e a cidade
há ligação ou não.
O que importa é o impulso que vem de dentro
subir a montanha dentro de si
olhar em volta e dizer:

«Sejamos realistas
exijamos
impossível.» "

Manuel Alegre,
Che (1996)

"Patuscada Alegre" – Unidos desde o início



No seguimento do repto lançado por Manuel Alegre, a Comissão Coordenadora Distrital do Porto manteve a sua Sede aberta à meia-noite de dia 7 para dia 8, no intuito de marcar o início do período de campanha.
Nós, Movimento JÁ – Porto, decidimos que deveríamos ter parte activa nesta noite! Assim sendo, organizamos uma actividade que permitisse criar um ambiente de união e partilha entre todos os que quisessem participar neste momento.
Chamamos-lhe “Patuscada Alegre” e efectivamente foi!
“Seniores” e “Juniores”, juntos, na Sede de campanha, partilharam histórias e ideias, vontades e ambições à volta da candidatura de Manuel Alegre.
A Fraternidade e a Igualdade ali sentida fica, sem dúvida, como um marco nesta grande viagem que todos estamos dispostos a fazer rumo à vitória!

Após a “Patuscada”, rumamos em direcção ao novo espaço da candidatura de Manuel Alegre no Porto, na Rua dos Vanzeleres, nº 168 (junto à Casa da Música), onde todos fomos brindados com vários momentos culturais realizados, voluntariamente, pelos apoiantes da candidatura.
Lá cantou-se, declamou-se e riu-se!
Juntos ouvimos as palavras que Manuel Alegre endereçou a todas as Sedes de Candidatura e à meia-noite (00.00), num momento soleníssimo, cantou-se com sentimento e garra “As Trovas do Vento que Passa”.
Assim se marcou entusiasticamente o inicio do período de campanha na cidade do Porto tendo ficado a promessa do todos continuarmos unidos e em força até ao fim!
Obrigado a todos pelo seu empenho e dedicação!
Movimento JÁ - Porto

08 janeiro, 2006

Movimento JÁ em Acção!!!



Para terminar o período de pré-campanha, o Movimento Já colocou-se em acção, organizando uma outra forma de partilha de ideias e opiniões. O nosso objectivo estava bem definido: Reflectir sobre a nossa Constituição, sobre a nossa Cidadania e sobre os valores defendidos na Candidatura de Manuel Alegre.
Foi assim que no dia 6, sexta-feira, decorreu no auditório da Reitoria da Universidade do Porto um debate sobre “A CONSTITUIÇÃO E A CIDADANIA”.
Cerca de 100 pessoas tiveram o prazer de ouvir e participar num “Alegre” debate que, pelo interesse do tema, o valor do oradores e a entusiástica (e sentida) participação dos presentes se prolongou para lá da meia noite (00.00)



Durante o debate foram levantadas questões pertinentes e de premente reflexão na sociedade portuguesa. Foi dado um grande destaque, por parte de todos, ao valor que este crescente movimento à volta da candidatura poderá dar ao futuro da Democracia portuguesa. Partindo dos exemplos de outros movimentos similares, como os de Humberto Delgado e Maria de Lurdes Pintassilgo, conclui-se que, depois deste movimento à volta da candidatura de Manuel Alegre, “já nada será como de antes”. Foi ainda destacado o papel activo que Manuel Alegre tem dado à igualdade entre homens e mulheres ao propor, como bem disse a Dra. Maria do Céu Cunha e Rego o “estudo de impacto dos géneros” nos decretos-lei que surjam para aprovação, algo esquecido no momento.
Terminado o período reservado aos oradores criou-se na sala um verdadeiro clima de debate-tertúlia onde todos tiveram a oportunidade de falar, exprimir as suas opiniões e vivências pessoais, vivendo-se um pleno espírito de respeito, solidariedade e reflexão, premissas fundamentais no recrudescimento de uma Cidadania mais forte!

Obrigado a todos!

Movimento JÁ

07 janeiro, 2006

Arranque de Campanha

Esta noite, apoiantes de Manuel Alegre reunem-se nas sedes em todo o país para celebrarem com poesia e canções o arranque da campanha eleitoral. Veja a mensagem de Manuel Alegre.

06 janeiro, 2006

Patuscada Alegre!!!

Patuscada Alegre!!!
Sábado dia 7 - 19.30


O que é?
- É um encontro de jovens dos 0 até aos 99 anos para celebrar o início da Campanha para a Presidência da República Portuguesa

Para quem é?
- Para todos os que privilegiam os bons momentos de convívio e amizade

Onde é?
- Na cidade do Porto, na Sede da Candidatura do Manuel Alegre, na Praça Carlos Alberto, nº 110 2º andar

Quanto se paga?
- Nada!!! Traz apenas algo que possas partilhar com todos ( de beber ou comer) e, especialmente, traz uma boa dose de alegria e boa disposição!

E eu posso ir?
- Deves! Só não podes se não tiveres como lá chegar….mas, mesmo assim, se for preciso tenta-se arranjar maneira de não falhares!

Aparece a mais um Momento Alegre e,
como diria o Zeca Afonso…
“Traz um amigo também”

05 janeiro, 2006

O Candidato do Sonho

Por Miguel Sousa Azevedo in http://portodaspipas.blogs.sapo.pt
«(...) Manuel Alegre é o homem para quem o Poema rimou com a Vida. É o político e patriota com quem nos podemos isolar do mundo em fraterna ligação com as estrofes, pontos e vírgulas que as reticências da existência teimam em fazer-nos compreender. O homem da poesia que sugere espontaneamente aos ouvidos, com disse um dia o brilhante Eduardo Lourenço, é bem mais do que um letrado trovador de emoções e cometimentos cujo refúgio na política pode equivocar algumas almas mais desatentas. Alegre é um dos vultos da nossa literatura, mas é também um dos mais obstinados lutadores pela liberdade. Esteve preso em Luanda e exilado em Argel. Fez rádio, escreveu e deu a cantar, numa incessante busca de um país que amava mas que via traído por uma amante que ditava leis de ferida. Um homem que, pela sua postura e visão, emociona e desassossega, dando-nos às mãos o direito de lhe folhear os sentidos e as agruras. O político que desperta ódios e paixões. O escritor e poeta que açambarca distinções e também inveja ou desprezo. O homem e o patriota que quis recuperar o modo “Pátria” na bonomia dos sorrisos e não só nas febris manifestações de fuga desportiva. Um ser que se orgulha do chão que pisa e dos passos que deu. Que se movimenta para este embate duro e decisivo criando um movimento de cidadania, onde são bem visíveis ausências físicas ligadas ao poder instituído, e das quais não me ocorre a dúvida sobre qual o quadradinho escolhido no próximo dia 22. (...) »

Manuel Alegre, sim

Por Joaquim Jorge
Biólogo e membro da comissão de honra de Manuel Alegre
in Jornal
O Primeiro de Janeiro

Eu penso que no próximo dia 22 de Janeiro,para a eleição do próximo Presidente da República, os Portugueses tem que perceber que além desta eleição unipessoal, protagonizada por cidadãos está em causa premiar o inconformismo, contra o desalento,o fatalismo,o desinteresse, a diletância,o não vale a pena . Uma nova forma de fazer política procurando e bem alterar o funcionamento dos partidos e não contra os partidos. Apesar de ser acusado, um homem de partido e de ser deputado desde a vigência da nossa Democracia foi um homem que tomou posições muitas vezes contrárias à direcção do seu partido. Ser livre, pensante, questionador e não alinhado, não pode ser entendido como um velhaco ou maroto. A evolução é questionar e pôr em causa as coisas é sinal de mudança.A renovação política passa pelas ideias não pela idade das pessoas , o seu pensamento em constante mutação e interpretativo do mundo à sua volta. Um homem que politicamente é actualmente o vice-presidente da Assembleia da República, com uma vida política brilhante mostrando um desapego ao poder enorme pois recusou várias vezes ser Ministro ou outros cargos apelativos. Fazendo parte da história do PS e da Democracia Portuguesa.Os debates e esta pré-campanha mostraram que Alegre está no bom caminho,sofreu ataques até de índole pessoal de quase todos os candidatos.Isto mostra a sua força pois quem ataca para mim mostra a sua fragilidade.O seu único adversário é a “crise” e mostra uma salutar criatividade ao pôr na agenda da discussão política :a Pátria ;a Cidadania; o cumprimento da Constituição;uma sociedade de confiança;um contrato Presidencial;um pacto Económico Social; a qualificação e Cultura de inovação; a modernização da Educação; uma Diplomacia de paz; uma visão política da Europa;uma aliança de civilizações;o espaço estratégico da CPLP; o novo papel das Forças Armadas ; um Magistério de proximidade e de exigência; com todos os Portugueses e por todos os Portugueses; a Constituição e a Cidadania; o combate à Exclusão.Tem tido uma postura educada,elevada,sem ressentimentos, positiva, influenciadora, personalizada e independente.Alegre merece o benefício da dúvida primeiro pela coragem e segundo , ser gerador de uma mudança positiva, que seja capaz de uma nova forma de fazer política. Merece uma oportunidade. Poderá a ajudar a interpretar os poderes da constituição, reabilitar o político,a política e os políticos.Gerar confiança: confiarmos uns nos outros e na nossa capacidade,confiarmos nas palavras que trocámos e nos compromissos que assumimos,confiarmos na nossa honra e no combate à corrupção .O Estado confiar nos cidadãos e os cidadãos no Estado. Exigir uma boa governação e reabilitar a política,diminuindo os “exceentes”políticos. Reforçar o dever de prestar contas e de avaliação de todos os agentes da República.Ter um horizonte temporal que permita entender os sacrifícios e seu fim, a refilantrofização da sociedade, a dessacralização do Mundo e perda de sentido. Aconteça o que acontecer já foi feita história,o voluntariado e a nova dinâmica da sociedade civil estão aprovadas e testadas pela forma como se impulsionou esta candidatura não podendo esquecer a alma das gentes do Algarve e de Viseu que catapultaram esta candidatura e que teve continuidade em muitas gentes de todo o País do Norte ao Sul passando pelas regiões Autónomas e Emigração ( cidadãos portugueses residentes no estrangeiro ) . Mas atenção em virtude do êxito deste movimento levado a cabo por uma mão cheia de carolas não se deve desviar da sua acepção. A beleza deste movimento é a sua pureza de intenções tendo por lema levar Alegre a presidente sem ser contra o PS ou porventura outros. Sem hierarquias e nomes aparentemente “sonantes”. Chegar aqui na posição que as sondagens nos dão e acalentando hipóteses de uma 2ªvolta é bom mas nós queremos mais, levar Alegre a presidente . Está na hora de fazer um balanço do que foi feito, do que correu menos bem e do que se pode fazer para um novo incremento e élan nesta recta final. Nesta fase a logística e operacionalidade é mais importante que tudo o resto, qualquer pormenor deixado ao acaso nos pode prejudicar assim como uma particularidade nos pode ajudar. As sementes ideológicas já estão lançadas. Porém é a candidatura mais pobre em dinheiro como se vê nos poucos “outdoors” em comparação com as outras candidaturas mas é a mais rica em emoção, criatividade, conteúdos, valores , determinação, ânimo, espírito e fantasia por algo que está bem patente aos olhos dos Portugueses.A realidade política está muito desfasada do quotidiano dos portugueses Alegre percebeu os factos e índícios deste fenómeno que é o divórcio entre a sociedade e a política.Por esta razão e pela forma estóica como avançou sem temores mesmo sabendo que iria provocar desamores na sua família política. Em Portugal antes do 25 de Abril,ninguém podia falar e dar opiniões e eles ouviam-nos.Hoje falámos,falámos e ninguém nos ouve.Espero que os Portugueses ouçam e apoiem Manuel Alegre.

04 janeiro, 2006

Debate - A Constituição e a Cidadania

Na próxima sexta-feira dia 6 de Janeiro às 21h30m terá lugar no Auditório da Reitoria da Universidade do Porto (Rua D. Manuel II) um debate sobre o tema “A Constituição e a Cidadania”. São oradores convidados:

José Manuel Mendes - escritor, professor universitário e membro da ex- Alta Autoridade para a Comunicação Social
José Alberto Correia - professor universitário e ex-presidente do Conselho Científico da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto
Maria do Céu Cunha Rego - jurista e ex-Secretária de Estado da Igualdade
José Francisco Faria e Costa - penalista, professor universitário, presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra

Um tema actual e controverso com oradores de elevada craveira. Não faltes.

03 janeiro, 2006

Apresentação do Programa e filosofia da Campanha de Manuel Alegre

A caravana eleitoral vai privilegiar a passagem por todos os dezoito distritos de Portugal Continental, e não apenas as grandes concentrações urbanas.
Esta marcha, que se assume como uma marcha “a caminho da eleição”, vai ter início no dia 8 de Janeiro no Forte de Peniche. Este local foi escolhido em homenagem a todos aqueles que lutaram e sofreram na pele as consequências da luta pela Liberdade.
A campanha vai terminar em Águeda: terra natal do candidato e local onde Manuel Alegre anunciou a sua candidatura à Presidência da República.
O distrito do Porto receberá de braços abertos o Manuel Alegre no dia 17 de Janeiro estando já definido o percurso que o candidato irá realizar:
09.00 - Matosinhos, lota
09.30 - Visita à Biblioteca Florbela Espanca
10.00 - Vila do Conde, Póvoa do Varzim ( caravana )
10.30 - Maia
12.00 - Feira da Lixa
12.30 - S. Tirso ( arruada )
13.00 - S. Tirso ( almoço )
15.00 - Valongo
16.00 - V. N. Gaia ( Praceta 25 de Abril )
17.30 - Viagem de metro até S.Bento
18.30 - Praça da Liberdade, passeio na Baixa
19.30 - Festa-comício no Rivoli

31 dezembro, 2005

Ano novo, vida nova?




30 dezembro, 2005

Movimento JÁ - Porto
deseja-te um Alegre 2006!

26 dezembro, 2005

Entrevista JN

Em entrevista ao Jornal de Notícias de hoje, Manuel Alegre considera que pôs Mário Soares de “bola baixa” no debate televisivo. Diz ainda que “há mais Portugal para além do PS” e que o engenheiro “Sócrates terá muito menos problemas” ser for ele o eleito no sufrágio que se aproxima. Garante que se fosse PR “nem a GNR ia para o Iraque” e aborda assuntos como a despenalização do aborto e o casamento entre homossexuais.

A ler no site do Jornal de Notícias.

25 dezembro, 2005

Votos alegres!

Nos dias de hoje, caracterizados pelo multiculturalismo e pela diversidade religiosa, há quem torça o nariz - com mais olhos que barriga! - aos tradicionais votos de "Um bom Natal!".

Por cá temos as "Boas festas!" a substituir o "Santo e Próspero Natal!" mas não se pense que se trata de uma inovação tuga: nas terras de Sua Majestade não é de agora que o 'Merry Christmas!" deu lugar às "Season's Greetings!" e nos Estados Unidos este é o móbil do mais recente ataque a Bush (e há tantos motivos, não sendo este sequer dos melhores), desta feita - e isto sim é uma excepção - por parte da direita religiosa mais conservadora!

A escolha e a contra-escolha é tanta que se a gente lhes dá demasiada atenção acaba por não dizer coisa nenhuma e passa ao lado das tradicionais saudações! Daí que, à cautela, eu aqui deixe simplesmente "votos alegres", uma fórmula mais genérica, imune às críticas da aculturação e facilmente subscrito por pessoas e instituições de todos os locais, quadrantes e religiões: até a Câmara Municipal do Porto é por "um Porto + Alegre"!

Painel situado na rotunda do Freixo (há muitos outros espalhados pela cidade), a cerca de 20 metros do local onde, a semana passada, decorreu o almoço da candidatura com Manuel Alegre.


Mas sejamos claros: os "votos alegres" que distribuo nesta época não são nada assépticos.

"
Os meus votos são por um Natal Alegre, Alegre Novo Ano - Alegres também os próximos cinco anos!"

23 dezembro, 2005

Campeão de inverno?

Também as presidenciais estão a chegar ao fim da primeira volta. A primeira volta da primeira volta, claro está, agora que está prestes a acabar a pré-campanha e a começar a campanha.
Este período inicial ficou marcado fundamentalmente pelas entrevistas televisivas, o formato possível imposto pelo candidato que, quase messianicamente, tem sido anunciado, desde há vários meses (anos?!), como o próximo Presidente da República. O que, aliás, o próprio demonstrou ter incorporado melhor, ou pelo menos tão bem, que os destinatários dessa anunciação, atendendo às gaffes que deu aquando das suas primeiras aparições públicas.
Nesta primeira fase, além das acções necessárias para os colocar diariamente nos media, os candidatos concentraram os seus principais esforços nos ‘debates’, o meio mais apto a passar a sua mensagem, de uma só vez, a milhões de eleitores, ainda por cima com a oportunidade de o fazerem em comparação directa com os seus principais opositores. Simultaneamente, estas foram, até ao momento, as melhores oportunidades para os eleitores ficarem a conhecer de forma mais intensa e extensa o perfil e as propostas dos candidatos. É interessante, por isso, verificar quem foi visto por quem e especular sobre os efeitos provocados nesta pré-campanha.
Para Manuel Alegre, que precisava de tempo e espaço para enquadrar a sua candidatura, este período de pré-campanha foi fundamental para passar do candidato que não constava sequer das primeiras sondagens para se assumir como um dos principais candidatos de esquerda a disputar a segunda volta.
Além das sondagens, que são quase sempre um pau de dois bicos, há outros elementos que podem ser considerados. A comunicação social, o principal palco político dos dias de hoje, não tem tratado de forma igual todos os candidatos, com prejuízo para Manuel Alegre. Basta ver os dados recolhidos pelo serviço Telenews da MediaMonitor e tratados pela Marktest: nos serviços de informação regulares da RTP1, 2:, SIC e TVI, Manuel Alegre foi objecto de 261 notícias (que corresponderam a 10 horas, 35 minutos e 17 segundos), enquanto Francisco Louçã teve 364 notícias (13h36m42s), Mário Soares 391 (17h02m30s) e Jerónimo de Sousa 401 (14h07m16s).
Por outro lado, o ‘debate’ com maior assistência foi o que opôs Alegre e Soares (1728 milhões de espectadores), o programa televisivo mais visto nesse dia, à frente de todas as telenovelas. Os outros debates mais vistos foram o Alegre-Cavaco e o Louçã-Cavaco, ambos com 1535 milhões de espectadores. Diz ainda o Público que “o frente-a-frente entre Mário Soares e Cavaco Silva obteve um modesto quarto lugar no conjunto de dez debates entre os candidatos à Presidência da República” (1378 milhões de espectadores).
Assim, apesar de Manuel Alegre ser o candidato que tem menos tempo de antena é, paradoxalmente, aquele que mais curiosidade atrai. Por outro lado, os debates mais vistos foram aqueles em que se encontraram os principais candidatos de esquerda, e aqueles em que Cavaco teve de defrontar Alegre (o segundo nas sondagens) e Louçã (outro Professor de Economia).
Tal parece demonstrar que o eleitorado está interessado em perceber qual poderá ser a melhor alternativa à esquerda e em ver qual o desempenho de Cavaco quer frente ao seu adversário melhor colocado, quer frente àquele que com ele melhor rivaliza quanto à sua área temática de eleição, o que poderá ajudar a justificar o elevado número de indecisos.
Com efeito, enquanto Cavaco, agora mais solto e portanto mais próximo das pessoas, “sofre o primeiro incidente em pré-campanha”, surgem alguns estudos que demonstram a dificuldade dos candidatos em fixar o seu eleitorado: com uma abstenção elevadíssima, a passar os 40%, e os indecisos na casa dos 15%, um estudo da Aximagecuriosamente a empresa que melhores resultados prevê para Cavaco, atribuindo-lhe sempre maiorias absolutas, ao contrário das restantes empresas -, diz que 8% dos eleitores de Cavaco Silva ponderam alterar o seu sentido de voto, contra 8,5% de Mário Soares, 22% de Alegre e 40% de Louçã. Já quanto a Jerónimo de Sousa, a esmagadora maioria dos seus eleitores garantem que o seu voto está absolutamente seguro. Quanto aos indecisos, segundo o mesmo estudo, 19,8% são eleitores socialistas, 7,5% são eleitores do BE, 5,5% do PSD e 3,5% do PCP.
Tal parece indiciar que há dúvidas no eleitorado de esquerda quanto ao melhor candidato para defrontar Cavaco Silva. Mesmo contabilizando as sondagens da Aximage (é a empresa que mais sondagens fez, cerca de um terço de todas as sondagens divulgadas e, todas elas, ao contrário das de outras empresas, dando maioria absoluta a Cavaco), fazendo uma média de todas as previsões, Cavaco apresenta 50,2%, Manuel Alegre 13,78%, Soares 13,74%, Jerónimo 4,5% e Louçã 4,3%. O que poderá significar que a vitória de Cavaco não está tão certa quanto se ouve apregoar. E uma não vitória de Cavaco, único candidato da direita, à primeira volta significa uma vitória da esquerda, isto é, significa que a esquerda obtém mais de 50% dos votos, o que poderá transformar a segunda volta numa eleição extremamente disputada. Esta posição, na verdade, foi já há vários meses prevista por alguns quadrantes da direita. Basta ver, por exemplo, este post sobre “O perigo Manuel Alegre”.
Por outro lado, numa primeira volta em que os vários candidatos de esquerda têm, como principal objectivo, evitar a maioria absoluta de Cavaco num combate que se mede quase à décima, os 2 pontos percentuais que, em conjunto, os mais recentes candidatos, como Garcia Pereira e Manuela Magno, poderão obter, podem muito bem ter também um importante papel na contabilidade final. Quantos mais votos forem validamente expressos, mais difícil se torna a obtenção de uma maioria absoluta. Daí que os abstencionistas sejam, muito mais nas presidenciais do que nas legislativas ou nas autárquicas, um verdadeiro peso político: cada abstencionista representa uma distorção na aferição da maioria absoluta… No limite podemos ter um Presidente da República eleito pela maioria de pouco mais de metade da população eleitora. Ou seja, na prática, um Presidente democraticamente maioritário mas socialmente minoritário. O que pouco ajudará à estabilidade social ou à promoção da confiança e que de pouco valerá à “cooperação estratégica”… Daí que o voto de um abstencionista valha por dois: é contabilizado do lado dos votos validamente expressos e descontado ao número dos eleitores silenciosos, com um duplo reflexo na determinação dos resultados finais.
No fim desta pré-campanha a candidatura de Manuel Alegre apresenta-se muito mais sólida do que no início. É conhecida e reconhecida, tem uma dinâmica própria e, apesar das dificuldades inerentes à falta de uma estrutura partidária habituada a esta coisa de fazer campanhas, tem demonstrado uma excelente capacidade de crescimento que se mede também no feed-back obtido.
No início do período oficial de campanha estará claramente no pelotão da frente. Atendendo à assistência dos debates televisivos, às previsões das sondagens e ao impacto que as acções de pré-campanha têm obtido, com um forcing final Manuel Alegre poderá, claramente, estar na segunda volta.
Para tal, todos os que sentem necessidade de responder ao apelo de Manuel Alegre participando, todos os que se revejam nesta candidatura e nela encontrem a Cidadania, a Liberdade e a Renovação que a compõem, terão que “pôr as mãos à obra”. As próximas quatro semanas são absolutamente decisivas e carecem do empenho de todos e de cada um de nós.

Parafraseando o candidato, “nas nossas mãos começa a liberdade”.



As Mãos

Manuel Alegre

Com mãos se faz a paz se faz a guerra
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.


Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas, mas de mãos.
E estão no fruto e na palavra
As mãos que são o canto e são as armas.


E cravam-se no tempo como farpas
As mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.


De mãos é cada flor, cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
NAS TUAS MÃOS COMEÇA A LIBERDADE!

“Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não!!!”

Quando cantei/rimei a “Trova do Vento Que Passa”, num dos “trabalhos” que mais prazer me deram realizar no ano que está prestes a findar, nunca poderia imaginar que meses depois iria ser convidado para apoiar Manuel Alegre na sua candidatura à Presidência da República. Não conhecia o poema, nem tinha ouvido a(s) canções(s) que o musicaram, mas senti-o automaticamente. E a poesia, a música, as pessoas, como quase tudo na vida, ou se sentem, ou não se sentem. É muito simples. Não existem teorias que pretendam sustentar critérios de avaliação de qualidade que me valham nesse sentido. “A Trova…” - cujo valor importantíssimo enquanto canção de luta e intervenção na história do combate ao fascismo só viria a descobrir mais tarde – mantém-se tão actual em 2005 como o era em 1965. Trata de sentimentos universais, de Pátria, da defesa da liberdade de pensar, sentir, opinar, que deveria ser um dado adquirido na nossa sociedade, e acima de tudo, do direito a dizer NÃO sempre que os poderes instituídos nos tentem anular enquanto seres humanos pensantes, activos e livres. Foi exactamente o que Manuel Alegre fez ao corajosamente avançar com a sua candidatura depois de todas as sórdidas jogadas de bastidores que o tentaram travar. Disse NÃO às instituições e SIM a um povo descontente e cansado que, ao mostrar o seu apoio ao candidato das mais variadas formas, confirmou a urgência da sua acção, vindo a dar o empurrão necessário, se dúvidas restassem, para a oficialização da candidatura. E assim, contra uma austeridade parca de ideias e sensibilidade humana de um lado e uma tentativa de reanimação de um guerreiro nobre mas obviamente desfasado dos tempos que correm, do outro, surgiu finalmente uma opção credível, renovadora e necessária. A única lógica e possível. Sente-se. E só depende de nós para que passe de hipótese a certeza.
Pacman
Mandatário para a Juventude
da Candidatura de Manuel Alegre

Almoço no Porto


O almoço com Manuel Alegre aqui no Porto contou com cerca de 400 pessoas, número que demonstra bem o consenso e o apoio que Manuel Alegre já reúne na Invicta! Entre os presentes estávamos nós - Movimento Já Porto - e fizemos questão de entregar pessoalmente ao candidato a nossa Carta Aberta!
O momento foi muito sentido por todos nós muito pelo facto de Manuel Alegre, instintivamente e apanhando toda a gente desprevenida, se encaminhou para a Carta Aberta tendo sido um dos primeiros a assina-la!
As imagens falam por si.....






Obrigado Manuel Alegre!

Um olhar sobre a Cidadania


Como a candidatura de Manuel Alegre é um chamamento à cidadania o Movimento Já- Porto organizou, no passado dia 15, uma Tertúlia sobre Cidadania.
Este evento realizou-se no Café Guarany contando com um quadro de honra de oradores. Na mesma mesa reuniram-se pessoas tão diferentes como Isabel de Castro (Ex-deputada),
Luís Moita(Professor Universitário)e Luís Miguel Duarte (Professor Universitário)moderados por Rui Melo (Professor Universitário).
Nesta Tertúlia foram abordadas questões tão importantes e prementes como a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens; o papel dos jovens no futuro político de Portugal, a cidadania e o ambiente, a liberdade de participação activa em momentos eleitorais extra-partidários, etc.
Houve bons momentos de reflexão e discussão, incluindo um desabafo sentido de um espectador sobre as pressões e "compressões" de certas organizações partidárias face a quem tem opinião própria e se recusa a "seguidismos".
Sem dúvida um evento a repetir!

Tertúlia Literária - Um Sucesso a Repetir!


No passado dia 13 viveram-se grandes momentos de poesia, inspirada em Manuel Alegre, no mítico e histórico Café Ceuta.
A adesão a este evento excedeu as expectativas quer pelo número de pessoas presentes quer ainda pela activa participação de vários nomes conhecidos e reconhecidos do meio poético.
Nesta Tertúlia Literária, dedicada a Manuel Alegre, participaram nomes como: Mário Cláudio, Fina D'Armada, Luís Moita, Onofre Varela (na imagem) entre outros.
Este evento foi mais uma prova do reconhecimento literário de Manuel Alegre, bem como do consenso e apoio reunido à volta da sua candidatura.

20 dezembro, 2005

Alegre e Jerónimo - recortes

19 dezembro, 2005

Apelo

Caros Concidadãos,
Há momentos em que, separados embora por convicções e princípios de vida diversos, nem por isso deveríamos deixar de nos indignar, todos, perante a violação dos mais elementares valores democráticos, certamente património comum.
Sou, publicamente, apoiante da candidatura de Manuel Alegre a estas eleições presidenciais. Assumo-o sem o medo disfarçado de pudor que em tantos tenho detectado, tenho orgulho nisso, apenas pelo que de nisso há de compromisso activo com a história do meu País para o qual, indubitavelmente, todos queremos, nós todos, de quadrantes políticos e referências socio-culturais diferentes, o melhor.
É, de resto, com grande entusiasmo que tenho acompanhado este momento de democracia em acto, o mais interessante dos últimos 20 anos, sobretudo pelo que tem revelado de intensa participação cívica, empenhada e calorosa, ao revés da passividade a que o próprio sistema, ao longo do tempo, tem vindo a convidar-nos. Não posso, por isso -- profundamente convicta de que o assumir das minhas escolhas não está tolhendo a objectividade -- deixar de me indignar com o que, há minutos, pude testemunhar, e que, em maior ou menor medida, tem vindo a acontecer. Todos os dias. Toda a Comunicação social envolvida.
As televisões que, ainda sem notícias relativas ao dia de hoje dos candidatos (18/12/2005), passaram em revista o que ontem fez notícia, apresentaram reportagens bastante mais desenvolvidas sobre os mesmos. Manuel Alegre desapareceu. Foi há uns minutos. Manuel Alegre desapareceu e eu não sou calhada para vitimizações estéreis. Manuel alegre desapapreceu. Cavaco Silva - Mário Soares - Jerónimo de Sousa - Francisco Louçã. Manuel Alegre desapareceu. Como outrora alguém de uma fotografia.
Temos, certamente, convicções diferentes. Nem por isso nos respeitamos menos.Todos queremos -- não tenho dúvidas -- o melhor para o País que é o nosso, para o País que somos nós. E é assim que, sem timidez, venho pedir-vos que partilhem connosco este protesto. Não é Alegre que está em causa: Alegre é apenas o protagonista involuntário do mais antidemocrático silenciamento. Apelo a todos, porque todos estamos a perder. Não há nunca vencedores quando o jogo é sem Lei.
Muito obrigada,

Apoios a Manuel Alegre

Têm chegado ao nosso email diversas mensagens de apoio. Esta semana recebemos uma carta do Dr. Mário Nuno Neves, vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Maia expondo as suas razões de apoio à candidatura de Manuel Alegre. Carta que transcrevemos abaixo:
AS RAZÕES PORQUE APOIO MANUEL ALEGRE
Apoio Manuel Alegre porque o processo subjacente à decisão da sua candidatura foi livre e difícil.
Livre porque não foi ditada por nenhuma razão que não a sua própria vontade, difícil porque implicou um desafio intrínseco à inevitabilidade nacional e secularmente instituída.
Apoio Manuel Alegre porque corporiza uma candidatura verdadeiramente suprapartidária mas não contra os Partidos Políticos.
Ao ser uma candidatura suprapartidária tem todas as condições para ser uma candidatura verdadeiramente nacional e que não empunha, mesmo que veladamente, outra bandeira que não a de Portugal.
Apoio Manuel Alegre porque é um Homem de Cultura.
O ser um Homem de Cultura implica, necessariamente, que acredite que os únicos vínculos capazes de sustentarem uma comunidade e promoverem a inclusão, no respeito pelas diferenças, são os de natureza cultural.
Apoio Manuel Alegre porque é cúmplice do regime, mas não é seu refém.
É cúmplice do regime porque contribuiu activamente para a sua implantação e para a sua sedimentação.
Não é seu refém, porque não precisa das suas lógicas internas para a afirmação clara e inequívoca da sua vontade, nem o seu destino se traça pelos ventos e brisas circunstanciais que o mesmo sopra. Não é seu refém, porque apesar de ser um dos seus autores, compreende que Portugal está em crise, e que o status quo económico e financeiro é apenas um dos sintomas dessa mesma crise, e ao saber isso mesmo, sabe que o regime tem a obrigação de se reformular através da conjugação das vontades dos cidadãos, de forma que os tão propalados direitos, liberdades e garantias sejam uma realidade e não uma ficção. Uma dramática ficção.
Apoio Manuel Alegre porque é capaz de intervir na sociedade, transversalmente, introduzindo novas matrizes no debate público, sem que tal facto implique qualquer atentado à Constituição e à correlação de poderes por ela estabelecido.
Apoio Manuel Alegre porque não será contra-poder nem força de bloqueio. Nem sequer será poder, apenas o exercerá, limitado objectivamente pelos limites legalmente instituídos, limitado subjectivamente pelo bom senso e pelos superiores interesses dos Portugueses, os nossos.
Apoio Manuel Alegre porque fala de uma Pátria conceptualmente nobre, em que ele não se sente pai nem dono, mas apenas seu filho.
Apoio Manuel Alegre porque defende o seu “Quadrado”, sendo que o seu “quadrado” não o é contra nenhum outro, é apenas o dele. Um Homem tem, às vezes, que defender o seu “Quadrado” para poder continuar a ser Homem.
Mário Nuno Neves
Vereador do Pelouro da Cultura da
Câmara Municipal da Maia

Nada mais será como dantes

E tonificou a Democracia com o guiar de volta à utopia...
Provavelmente nada mais será como dantes, porque o que o Alegre nos propõe não é uma mera barganha, mas sim o caminho para a redescoberta da liberdade. Esta verdadeira alforria permitirá que deixemos um estado letárgico, onde a cidadania não passa de mera conceitualização sem ramificações nas vivências dos portugueses.
Neste cotejo reside a libertação deste inebriado estado em que vivemos, estado esse que aniquila a nossa auto-estima enquanto Povo Secular.Na época das Descobertas libertámos o Mundo de fronteiras, hoje necessitamos de libertar Portugal dos Velhos do Restelo que estreitam o Espírito Nacional.
E para que admiremos este lugar mirífico...
texto escrito por Miguel Primaz

Porto Sentido

18 dezembro, 2005

Ecos da passagem pelo Porto

Uma verdadeira sondagem

Ontem no Porto, em plena época natalícia, o dia teve uma Alegria diferente. Depois de ser recebido pelo Bispo do Porto D. Armindo Coelho, Manuel Alegre almoçou com mais de 400 apoiantes onde desenrolou um discurso improvisado de 40 minutos. Frases como “é obrigação de todos lutar por uma segunda volta e nessa segunda volta lutar pela vitória”, ou “esta não é a hora para termos um Presidente que saiba de finanças, nem de um Presidente que tenha tanta experiência que gostava de ser um Presidente vitalício” foram as mais aplaudidas. Manuel Alegre declarou que a sua candidatura é um acto “contra o medo e contra os papões em Portugal – não é o medo da PIDE, nem da censura, são outros medos, são outras heranças do passado” No seu discurso também se referiu a Francisco Louça afirmando que “não foi votada nenhuma lei da privatização da água na Assembleia da República

O almoço acabou com a entrega, em mão, de uma Carta Aberta ao candidato subscrita por dezenas dos apoiantes mais jovens. Ao mesmo tempo era destapada uma versão da mesma em tamanho gigante, escondida por detrás do pano durante todo o tempo. A versão exposta nas paredes de granito da antiga fábrica não tardou a ser assinada, primeiro pelas dezenas de jovens presentes, mas também por muitos que com ela se identificavam, sem critério de idade e, num gesto tão espontâneo como sincero, pelo próprio Manuel Alegre.

Este dia no Porto, e as palavras que se ouviram no passeio pela povoada rua Santa Catarina foi “uma verdadeira sondagem”.

Carta Aberta a Manuel Alegre

“NAS TUAS MÃOS COMEÇA A LIBERDADE!”

Somos alguns dos apoiantes mais jovens da tua candidatura no distrito do Porto. Em ti vemos um passado de lutas sociais, um passado de resistência, mas ao mesmo tempo encontramos uma referência política actual, distinta pela frontalidade, pela verticalidade, pelo arrojo: candidatares-te à Presidência da República mesmo sem o apoio de nenhuma máquina partidária, é preferir a Liberdade ao espartilho, o Humanismo ao fatalismo, a Consciência à apatia.

A tua candidatura é uma pedrada no charco, um abanar de consciências e de poderes instituídos, um não ao seguidismo. Vive exclusivamente da iniciativa e participação daqueles que sentiram e aceitaram o desafio por ti lançado, para que, sem preconceitos nem embaraços, se te juntassem na defesa de um Portugal social onde os números não valham mais do que as pessoas. É por isso que, as mulheres e os homens que dão corpo a esta candidatura não servem outros interesses que não os da mobilização cívica e da participação democrática.

É urgente quebrar a onda de abstenção, é necessário estabelecer compromissos que conduzam à construção de uma nova cidadania. Por isso reclamamos novos projectos, novas lutas, novos incentivos à dinâmica do país. Que ele cresça connosco, com traçados firmes, com novas cores que a todos representem. Portugal depende da ruptura com o cinzentismo e com o marasmo em que hoje nos encontramos!

Na política, como na vida, recusamo-nos ficar à espera de super heróis. Por isso decidimos apoiar-te: apoiamos Manuel Alegre, cidadão como nós, pois as tuas qualidades humanas, intelectuais e políticas são garantia de que serás um Presidente da República ao serviço da democracia e dos portugueses, que tanto a desejam fortalecida e regenerada.

Somos jovens, somos o futuro, mas não abdicamos de reivindicar o presente. Por isso nos juntámos à tua candidatura. Por tudo isto queremos ajudar na sua construção e criamos o nosso blog de apoio em http://portoalegre2006.blogspot.com. Estamos contigo, Manuel Alegre!

Os Subscritores:
Luís Gourgel Silva, Gestor, 30 anos Francisco Craveiro, Estudante FEUP, 26 anos Rita Brandão, Estudante FBAUP, 22 anos Tiago Pinho, Estudante UCP, 26 anos Helena Sousa Pereira, Tradutora/Investigadora, 34 anos João Abreu de Noronha, Estudante FEUP, 20 anos Nuno Linhares, Bancário, 31 anos Jorge Rebelo, Assistente Social, 35 anos João Pinheiro, Engenheiro, 28 anos João Rebelo da Silva, Professor, Membro do CN da FENPROF, 31 anos Susana Marinho, Professora do Ensino Básico e Secundário, 31 anos Carlos Sousa Pereira, Arquitecto, 30 anos Cláudia Bonucci Pereira, Jurista, 26 anos Filipe Dantas Neves, Informático, 31 anos Liliana Miranda, Técnica Relações Internacionais, 24 anos Miguel Primaz, Advogado, 30 anos Frederica Claro de Armada, Empresária, 24 anos Joana Neto, Estudante FDUP, 23 anos José Carvalhais Coelho, Professor do Ensino Básico e Secundário, 26 anos Joaquim Jorge Costa, Adm. Especialista, 32 anos Susana Ferreira, Trabalhadora/Estudante UFP, 26 anos Diana Fernandes, Trabalhadora/Estudante UFP, 22 anos Marina Barros, Estudante UFP, 21 anos Carlos Botelho, Estudante ISEP, 25 anos Pedro Nuno de Almeida, Estudante UFP, 26 anos Abílio Moreira de Sousa, Empresário, 29 anos Adrien William Lopes, Estudante Universidade de Aveiro, 19 anos Ana Garcia, Estudante Direito UCP, 19 anos Bruno Filipe Coelho, Consultor Informático, 23 anos Daniel Pereira, Jurista, 32 anos Inês Salselas, 26 anos, Engª Electrotécnica

15 dezembro, 2005

Manuel Alegre no Porto

No próximo sábado, dia 17 Dezembro, Manuel Alegre virá ao Porto. Temos assim mais uma oportunidade de com ele conversar e mostrar o nosso apoio.

A sua visita iniciar-se-á as 12 horas com a recepção por parte do Bispo do Porto, D. Armindo Coelho. Manuel Alegre almoçará connosco junto ao Douro, na Av. Gustavo Eifel, nº220 (perto da rotunda do freixo). O almoço está marcado para as 13 horas e conta com a participação de diversos apoiantes estando aberto a todos os que nele quiserem participar. Durante o almoço, os jovens portuenses entregarão, em mão, uma Carta Aberta ao candidato. A partir das 16:30 haverá um passeio-desfile pela Rua de Santa Catarina com paragem no belle époque Café Majectic, o café das tertúlias políticas e do debate de ideias.

É importante a mobilização de todos aqueles que com ele se identificam. Tragam uma bandeira de Portugal e venham caminhar ao lado de Manuel Alegre.

Movimento JÁ


Há algo em movimento na web

12 dezembro, 2005

Tertúlias

Dia: 13 de Dezembro, Terça-feira, 21h30

Local: Café Ceuta, Rua de Ceuta, Porto
Tema: Arte poética (poesia de Manuel Alegre e de autores presentes)
Convidados: Mário Cláudio (Escritor)
Eduardo Prado Coelho (Professor Universitário)
Silvino Figueiredo (Poeta)

Dia: 15 de Dezembro, Quinta-feira 21h30


Local: Café Guarani - Avenida dos Aliados Nº 89/85, Porto
Tema: Cidadania
Convidados: Isabel de Castro (Ex-deputada)
Luís Moita (Professor Universitário)
Luís Miguel Duarte (Professor Universitário)
Moderador: Rui de Melo (Professor Universitário)

11 dezembro, 2005

Recortes

09 dezembro, 2005

O Número

9444
«Entreguei hoje no Tribunal Constitucional o processo da minha candidatura, subscrito por 9444 cidadãos eleitores. É a primeira grande vitória desta candidatura. Sem aparelho, graças à dedicação de cidadãos e cidadãs livres que, com o seu empenhamento, deram um sentido mais nobre à política e à democracia. Ninguém assinou ou recolheu assinaturas por obrigação. Quem o fez, fê-lo por convicção. Cada uma dessas assinaturas é um acto de cidadania e liberdade. E é essa a riqueza da nossa candidatura. Não são só as grandes máquinas partidárias que conseguem cumprir os preceitos constitucionais. A nossa candidatura prova que em Portugal a cidadania é possível. Do coração agradeço a todos os que se empenharam nesta primeira etapa. E faço-vos um apelo para que, com o mesmo espírito, se preparem agora para as jornadas decisivas da campanha eleitoral.»
Manuel Alegre, 09.12.2005

02 dezembro, 2005

ODE ALEGRE PARA UMA GERAÇÃO TRISTE

Ó, subalimentados do sonho!
A poesia é para comer!

NATÁLIA CORREIA


A minha geração teve Abril na infância. Não recorda a aridez nem a chuva – a Desejada -, que reconhece apenas, já longínqua, pelo cheiro da terra que molhou.
A minha geração não tem Passado – abençoada -, não tem dores, não tem glória, não tem história para contar.
Que essa Inocência inaugural viesse a custar-lhe o Futuro (essa luz de que se tecem os sonhos, essa urgência de utopia que as trevas mesmas engendram e solicitam); ou que à tormenta se não seguisse a bonança, mas um progressivo abandono da busca de significação e liberdade política, da acção e do discurso, em favor de um pensamento calculista e tecnocrata, ganancioso e tacanho, sempre acolitado por um pragmatismo cego e voraz; que, enfim, a Promessa se frustrasse em desolação, privados do chão que a Política constitui (pela inutilidade que fomos experimentando na construção da democracia que nos viu crescer, pela incapacidade de agir, de protagonizar os novos e infinitos começos que politicamente equivalem ao exercício pleno da Liberdade, e portanto pela condenação a uma constrangedora e desértica mudez), ninguém poderia ter, porventura, antecipado. E que, de repente, a Política irrompesse na política (na pequena política do pequeno interesse, da pequena intriga, da pequena e traiçoeira e estratégica cumplicidade, nessa zona de sombra do sistema democrático que se consubstancia na estreiteza do aparelhismo partidário), também não.
Por circunstâncias, a candidatura de Manuel Alegre emerge e é, mais que causa, consequência de um movimento de cidadania sem paralelo desde 74.
Quem a acusa – imprudente – de não mobilizar senão uma certa geração, esquece o dado novo que ela, de si mesma, em parte, constitui: que a minha geração tem hoje, também, as suas trevas (distintas, talvez, mas nem por isso menos obscuras), que tem fome de agir, de ser mão que desenha, palavra que revela, gesto que constrói, não necessariamente submetida aos constrangimentos do universo partidário; órfã de passado, estéril de futuro, quer sacudir o cansaço e agarrar o presente, projectando-se, pela entrega, num horizonte de lonjura em que esse futuro possa enfim inaugurar-se.
A minha geração quer servir e confiar. Quer cultura, quer justiça, cidadania, esperança.
A minha geração quer ser Pátria, ser a Poesia na rua outra vez.

Eu quero um Presidente-Poeta. Porque a Política – Ó, subalimentados do sonho! – a Política também é para comer!

Obrigada, Manuel Alegre.

Helena Sousa Pereira
(colheita de 71)

Porto, Outubro 2005

01 dezembro, 2005

Movimento Já


Brevemente serão disponibilizadas todas as informações referentes ao Movimento Já em:

www.movimentoja.com

30 novembro, 2005

Juventude Alegre

O “Movimento Já” é um movimento republicano de juventude que encontra a sua razão de existir na candidatura presidencial de Manuel Alegre. O seu surgimento contraria a “lógica das cúpulas”, sendo antes o resultado de vontades diversas da juventude de todo o país que procurou organizar-se, cívica e politicamente, em torno deste mesmo projecto presidencial. O movimento reúne os adeptos do ideal republicano e humanista, que reconhecem a necessidade de dar voz à cidadania pela própria cidadania e reformar os “aparelhos” da República no sentido de valorizar o conceito democrático. Reconhecemos na candidatura de Manuel Alegre esta condição, o que justifica, em grande parte, uma necessidade que cada jovem deste movimento sente de dar opinião, de se manifestar e de “agarrar” esta nova maneira de encarar a política e os políticos.
As eleições presidenciais não existem para os partidos ou para os candidatos, existem para os cidadãos. Este é o ponto em que este projecto se distancia dos outros, não foi Manuel Alegre que se candidatou, não foram os partidos que candidataram Manuel Alegre, foram os cidadãos que candidataram Manuel Alegre e sobretudo os jovens. Por isso surge o “Movimento já”, para candidatar Manuel Alegre à presidência da República.
Este movimento tem como seus os valores da solidariedade, da igualdade e da fraternidade. Combatemos ao lado deste projecto presidencial por uma sociedade mais justa, por um mundo mais igual e por um país mais desenvolvido. Rejeitamos a reprodução do “patriarquismo” ou dos ícones neoliberais, assumimo-nos como jovens progressistas, defensores dos valores de “Abril “ e da ética republicana.
O cargo presidencial é considerado por este movimento como a “esperança” de afirmação progressista. Seremos “braços armados” de uma candidatura que dá um novo “tom” à política nacional, que dá voz aos cidadãos e que rompe com as instaladas convenções do “politicamente correcto”.
O Movimento Já acredita que precisamos de uma voz activa na defesa de uma outra solidariedade entre povos: acreditamos no multiculturalismo, acreditamos na capacidade de travar a desigualdade, acreditamos num internacional reformismo capaz de rever as prioridades da globalização e dar prioridade à condição humana e sentido à Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Tendo como mote “há sempre alguém que resiste”, este movimento cresce todos os dias com a vontade própria de cada jovem, a vontade de resistir às convenções, a vontade de se afirmar pela cidadania e a vontade de lutar por uma sociedade mais justa, livre e solidária.
VIVA A REPÚBLICA
Os Subscritores: Adalberto Figueiredo, Anabela Rute, André Ferreira, António Gato, Duarte Alcântara,Helena Simões, Jerónimo Silva, Joana Alegre, João Cristiano, João Santos, Lisa Henriques, Luis Silva, Miguel Duarte, Orlando Batista, Pedro Cardoso, Pedro Ginja, Ricardo Luz, Rui Hipólito, Rui Roque, Sara Simões,Susana Castelar

Mega Almoço

Convidamos todos os apoiantes a participarem no almoço a realizar dia 17 de Dezembro com a presença de Manuel Alegre. O preço, o local e a hora serão anunciados oportunamente.

Inscreve-te já
Praça Carlos Alberto, 110-2º Andar
telefones nº 222 088 715 /6/7
porto@manuelalegre.com

28 novembro, 2005

Recortes